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Cama Compartilhada

É seguro fazer cama compartilhada com meu bebê?

VALE DORMIR JUNTO COM O BEBÊ? A POLÊMICA DA CAMA COMPARTILHADA.

Pais de primeira viagem ou cuidadores de bebês podem ter muitas dúvidas sobre o sono infantil.

Perguntas comuns envolvem quanto tempo os bebês devem dormir e com que idade um bebê já é capaz de dormir a noite toda.

Muitos pais, mães e cuidadores também têm dúvidas sobre a segurança do sono dos bebês e como reduzir o risco de acidentes e lesões noturnas.

Deve-se usar cobertor?

Deve-se utilizar travesseiro?

Qual a melhor posição para o bebê dormir?

E dormir junto com o bebê? É aconselhável?

Os pais podem se deparar com informações inconsistentes sobre a prática de cama compartilhada ou quarto compartilhado e as melhores práticas de sono para os bebês, principalmente nas redes sociais e através de anúncios.

Há diretrizes para o sono infantil que foram desenvolvidas para assegurar o que é melhor para a saúde e segurança da criança.

No entanto, para saber mais sobre como manter um bebê seguro durante o sono, os cuidadores devem consultar o pediatra da criança, pois a cada caso devem ser consideradas suas particularidades.

O QUE É DORMIR JUNTO?

Nem todo mundo usa o termo dormir junto da mesma maneira. Dependendo da fonte, dormir junto pode ser usado para se referir a diversas práticas de sono diferentes.

  1. Cama compartilhada: A cama compartilhada é a prática de o bebê e o cuidador dormirem na mesma cama. Isso também pode ser chamado de compartilhamento de superfície porque inclui quando um cuidador e um bebê dormem juntos em um sofá, cadeira ou no chão.
  2. Compartilhamento de quarto: O compartilhamento de quarto ocorre quando um bebê dorme em uma superfície separada, mas no mesmo quarto que o cuidador.
  3. Alojamento conjunto: O alojamento conjunto é um tipo de compartilhamento de quarto que ocorre no hospital imediatamente após o nascimento do bebê. Isso envolve manter o bebê em sua própria superfície de dormir, perto dos pais, por até 24 horas por dia, enquanto ainda estiver no hospital.

É SEGURO DORMIR JUNTO COM UM BEBÊ?

A Academia Americana de Pediatria recomenda fortemente o compartilhamento de quarto, mas desencoraja a cama compartilhada .

Alguns tipos de dormir junto podem representar riscos para a saúde de uma criança.

Embora estes especialistas não recomendem a cama compartilhada, reconhecem que muitos cuidadores ainda optam por dormir na mesma superfície que uma criança.

Tal como outras práticas de cuidados infantis, a decisão dos cuidadores de praticar a cama compartilhada é influenciada por fatores culturais e outros.

As práticas consideradas adequadas sofrem influência da cultura e mudam com o tempo.

Desde o início do século 20 até muito recentemente, a cultura nos Estados Unidos enfatizava os benefícios da fórmula, da alimentação com mamadeira e da transição dos bebês para dormir em quartos separados.

O incentivo de tais práticas começou a mudar com o aumento da amamentação e o hábito de dormir junto com os filhos se tornou mais comum.

Atualmente, cerca de 60% das crianças com menos de 1 ano de idade partilham a cama com um cuidador, ocasionalmente ou regularmente.

Em muitas outras culturas em todo o mundo, diferentes tipos de dormir junto têm sido vistos de forma positiva.

Alguns estudos descobriram que certos países onde a partilha de cama é comum também apresentam baixas taxas de morte súbita infantil.

Contudo, não é claro se estas taxas mais baixas são motivadas pela cama compartilhada ou por outras práticas nestes países que promovem a saúde infantil, tais como taxas mais elevadas de amamentação, níveis mais baixos de tabagismo durante a gravidez e acesso mais fácil a cuidados médicos.

Além disso, nestes países onde a partilha da cama é comum, a criança pode dormir numa superfície firme e plana, sem roupa de cama excessiva.

CAMA COMPARTILHADA: os riscos superam os benefícios

Especialistas desaconselham os cuidadores a realizar a prática de cama compartilhada com bebês devido ao risco aumentado de acidentes e lesões.

Esses especialistas apontam para um risco elevado de morte súbita infantil inesperada e síndrome de morte súbita infantil em bebês que compartilham uma superfície de dormir com seu cuidador.

A morte infantil súbita e inesperada refere-se à morte imprevista de uma criança durante o primeiro ano de vida. Exemplos de causas de morte súbita infantil incluem lesões, problemas cardíacos, infecção e asfixia.

Uma criança que morre repentinamente é descrita como tendo morte súbita inesperada se nenhuma explicação específica for encontrada para sua morte.

Pesquisas mais antigas sugeriram um benefício potencial do compartilhamento da cama, pois poderia aumentar a duração da amamentação.

No entanto, as recomendações mais recentes dos especialistas são claras: mesmo que a amamentação ocorra na cama, o bebê deve ser colocado num local separado para dormir.

COMPARTILHAMENTO DE QUARTO

Colocar um bebê em sua própria superfície de dormir, mas ao alcance de seu cuidador, é recomendado por especialistas em saúde infantil.

Os benefícios da partilha de quarto incluem um maior acesso a um bebê e um menor risco de morte súbita inesperada e outras causas de morte infantil.

cama compartilhada

BENEFÍCIOS DE DORMIR NO MESMO QUARTO DO BEBÊ:

Mais fácil de verificar o bebê: Dormir à vista e ao alcance do espaço de dormir separado do bebê permite que os cuidadores verifiquem e confortem seu bebê sem sair da cama.

Reduz o risco de morte súbita inesperada: Os bebês correm um risco menor de lesões e acidentes quando são colocados numa superfície separada para dormir.

Na verdade, a partilha de quartos pode reduzir o risco de morte súbita inesperada em até 50%.

Compartilhar o quarto também é mais seguro do que deixar um bebê dormir em um quarto separado.

Embora muitos especialistas recomendem o compartilhamento de quartos, existem desvantagens potenciais nessa prática.

DESVANTAGENS DO COMPARTILHAMENTO DE QUARTO:

• Menos amamentação: As primeiras pesquisas sugerem que a partilha de quarto pode estar associada a um período mais curto de amamentação em comparação com a cama compartilhada.

Se houver uma diminuição na frequência da amamentação, isso pode levar a uma redução na produção de leite materno do cuidador.

• Partilha acidental da cama: Mesmo as pessoas que querem evitar a partilha da cama podem adormecer involuntariamente durante a amamentação, o que pode criar uma situação de sono insegura para o seu bebê pela cama compartilhada

ALOJAMENTO CONJUNTO

cama compartilhada

O alojamento conjunto ocorre no hospital logo após o nascimento e envolve manter o bebê muito próximo dos pais, mas em uma superfície separada para dormir.

O alojamento conjunto é recomendado por organizações como a Academia Americana de Pediatria e a Organização Mundial da Saúde como uma parte importante dos cuidados pós-natais.

O alojamento conjunto promove o contato pele a pele, melhora a amamentação e desenvolve um vínculo saudável entre cuidador e criança.

Embora o alojamento conjunto seja normalmente recomendado, ele pode estar associado a certos riscos.

Os especialistas sugerem tomar precauções durante o alojamento conjunto para reduzir o risco de acidentes e lesões.

• Ser cauteloso ao adormecer: Os pais biológicos geralmente adormecem enquanto mantêm contato pele a pele após o parto.

Dado que isto pode criar uma situação perigosa para os recém-nascidos, os enfermeiros e outro pessoal de apoio devem estar disponíveis para ajudar a transportar o bebé de volta para a sua área de dormir, se necessário.

Evitar cama compartilhada: Partilhar a cama é perigoso para crianças com menos de 1 ano de idade.

Durante o alojamento conjunto, os pais devem sempre colocar o recém-nascido de costas em uma superfície separada, como um berço ou berço lateral.

Pedir ajuda: Os cuidadores devem sentir-se à vontade para pedir ajuda a profissionais como médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem e educadores de saúde, que sejam capazes de discutir práticas de sono infantil e ajudar a mover o bebê para uma superfície de sono adequada se o cuidador precisar de assistência.

QUANDO DORMIR JUNTO É MAIS PERIGOSO?

O sono conjunto, especialmente a cama compartilhada, pode representar um perigo maior para a saúde infantil em situações específicas.

Alguns fatores podem aumentar os riscos causados pela cama compartilhada, e os cuidadores devem evitar a partilha da cama nestas circunstâncias.

Bebês prematuros: a prática de cama compartilhada é particularmente arriscado para bebês que nasceram antes das 37 semanas de gravidez. Os bebês com baixo peso ao nascer são também mais vulneráveis à SIDS e a lesões acidentais resultantes da partilha da cama.

Cuidadores que não estejam bem: Existe um risco elevado de lesões para bebês que partilham uma superfície de dormir com alguém que esteja muito cansado ou que esteja prejudicado pelo uso de medicamentos, álcool ou outras substâncias.

• Cama compartilhada com alguém que não seja o progenitor: Dormir com alguém que não seja o progenitor do bebé, incluindo outros cuidadores ou crianças, pode aumentar o perigo de partilhar a cama e não é recomendado.

Roupas de cama, superfícies ou acessórios macios: roupas de cama macias, travesseiros e outros acessórios para dormir aumentam os riscos de um bebê sufocar ou ficar muito quente e não devem ser usados na área de dormir de um bebê. Os cuidadores também devem evitar dormir com os bebês em sofás, poltronas e colchões d’água.

Uso de tabaco: Compartilhar a cama com um fumante aumenta o risco de SIDS. O risco de morte infantil também é elevado se os pais da criança fumarem durante a gravidez.

VAI DORMIR JUNTO COM O SEU BEBÊ?

Confira dicas e precauções para dormir junto com mais segurança

Tomar precauções pode ajudar a reduzir os riscos para a segurança do bebê durante o sono conjunto.

Independentemente da disposição exata do sono, várias dicas podem ajudar a tornar o ambiente de sono seguro e confortável para o bebê.

Evite superfícies macias: Os bebês ficam mais seguros quando dormem em superfícies firmes e planas projetadas para o sono infantil.

Superfícies macias para dormir, como sofás, camas de espuma viscoelástica e colchões de ar, podem causar dificuldade para respirar e aumentar o risco de acidentes.

• Limpe a área de dormir: Os cuidadores devem limpar a área de dormir do bebê de qualquer coisa solta ou macia, incluindo travesseiros, brinquedos, cobertores, bichinhos de pelúcia e protetores de berço.

Devem também eliminar o uso de posicionadores e outros produtos que afirmam reduzir o risco de morte súbita do lactente, pois muitos deles podem, na verdade, aumentar o risco de lesões e morte infantil.

• Coloque o bebê de costas: Os bebés devem ser sempre colocados de costas quando dormem, mesmo durante os cochilos diurnos.

Esta posição de dormir está associada a um menor risco de morte súbita do lactente, bem como a riscos reduzidos de febre, congestão nasal e infecções de ouvido.

Mantenha animais de estimação e outras crianças fora da cama: Compartilhar a cama com mais de um cuidador, outras crianças ou animais de estimação aumenta o risco de morte súbita do lactente.

Evite o superaquecimento: Mantenha o bebê seguro certificando-se de que seu rosto e cabeça estejam descobertos durante o sono e vestindo-o com roupas de dormir ou um cobertor que possa ser usado.

Evite sobrepor ou usar cobertores para manter o bebê aquecido. Os cuidadores podem monitorar a temperatura de um bebê dormindo sentindo o peito do bebê e verificando se há suor.”

• Ofereça uma chupeta: Pesquisas sugerem que oferecer uma chupeta a uma criança durante as sonecas e na hora de dormir pode reduzir o risco de morte súbita do lactente.

Talvez a parte mais importante de “dormir junto” seguro seja ser aberto e honesto com o pediatra do bebê.

Embora os pais e os cuidadores possam sentir-se relutantes em contar ao seu pediatra sobre a partilha de cama, os profissionais médicos geralmente compreendem que muitos cuidadores optam por dormir com o seu bebé.

Ter uma conversa aberta e honesta com um pediatra pode ajudar os cuidadores a aprender sobre o método mais seguro de dormir junto com base no estilo de vida, cultura e crenças de sua família.

QUANDO OPTAR PELA SEPARAÇÃO DE QUARTOS?

Não há consenso sobre quando um bebê deve parar de dormir junto com seus pais e começar a dormir em seu próprio quarto.

A Academia Americana de Pediatria recomenda compartilhar o quarto pelo menos nos primeiros 6 meses, quando o risco de lesões ou morte durante o sono é maior.

Os pais e cuidadores podem consultar o pediatra do bebê sobre quando é o momento certo para seu filho começar a dormir em um quarto separado.

O pediatra também pode oferecer sugestões sobre como facilitar uma transição suave do compartilhamento de quarto.

Ao acomodar um bebê em seu próprio quarto, é importante continuar a seguir os cuidados para um sono seguro.

Criar um ambiente confortável para dormir e, ao mesmo tempo, seguir rotinas consistentes na hora de dormir pode ajudar o bebê a saber o que esperar e a se adaptar às mudanças com menos interrupções no sono.

QUANDO TRÊS É DEMAIS EM UM QUARTO: COMO TRANSICIONAR CRIANÇAS DO QUARTO COMPARTILHADO PARA QUARTOS SEPARADOS

À medida que as crianças crescem, surge a necessidade de transicionar do quarto compartilhado ou cama compartilhada para quartos separados.

Este processo, embora desafiador, pode ser uma oportunidade para fortalecer a independência e a autonomia dos pequenos.

Aprenda estratégias práticas e carinhosas para tornar essa transição suave e positiva.

Preparando o Terreno para a Mudança:

Introduzindo a Ideia com Antecedência:

Antes de iniciar a transição, converse com a criança sobre a mudança iminente. Comunique as razões de maneira simples e positiva, enfatizando as vantagens de ter um espaço individual.

Envolver a Criança nas Decisões:

Inclua a criança no processo de decisão sobre a decoração do novo quarto. Permitir que ela escolha cores, temas ou até mesmo a disposição dos móveis pode gerar entusiasmo e senso de propriedade.

Estabelecendo uma Rotina de Dormir Consistente:

Manter uma Rotina de Sono Estável:

A estabilidade é fundamental durante a transição. Mantenha uma rotina de sono consistente, independentemente do local. Isso inclui horários regulares de dormir, rituais noturnos tranquilos e atividades que ajudem a criar um ambiente acolhedor para o sono.

Ritual de Despedida Acalorado:

Introduza um ritual de despedida especial durante as primeiras noites separadas. Pode ser a leitura de uma história, um abraço aconchegante ou até mesmo uma canção suave. Esses rituais proporcionam conforto emocional durante o período de adaptação.

Promovendo um Ambiente Confortável:

Crie um Espaço Convidativo:

Certifique-se de que o novo quarto seja acolhedor e familiar. Leve alguns itens familiares do quarto compartilhado para o novo ambiente, como brinquedos favoritos ou lençóis especiais.

Iluminação Suave e Confortável:

Considere a iluminação no quarto. Uma luz noturna suave pode oferecer conforto durante a noite e facilitar a transição para um ambiente escuro e desconhecido.

Respondendo às Preocupações e Medos:

Encare as Preocupações com Empatia:

Esteja atento às preocupações e medos da criança durante a transição. Ouça com empatia e valide seus sentimentos. Às vezes, a simples expressão de preocupações pode aliviar a ansiedade.

Recompensas Positivas:

Introduza um sistema de recompensas positivas para incentivar a criança a dormir sozinha. Pode ser um gráfico de recompensas, onde ela ganha adesivos ou pequenos privilégios por cada noite bem-sucedida.

A transição da criança do quarto compartilhado ou cama compartilahda para quartos separados é uma jornada única para cada família.

Ao abordar esse processo com paciência, comunicação e carinho, os pais podem transformar essa mudança em uma experiência positiva e fortalecedora para todos.

Lembre-se, cada passo é uma oportunidade para promover a independência da criança e criar laços duradouros em sua jornada rumo à autonomia.

A Importância de Estabelecer Limites: Pais que Dormem na Cama da Criança e a Associação de Início de Sono

Embora seja tentador compartilhar a cama com nossos filhos em busca de momentos aconchegantes, a prática de pais dormirem na cama da criança pode criar associações de início de sono que, a longo prazo, podem não ser tão positivas.

Entenda os potenciais desafios dessa prática com uma abordagem informativa, destacando a importância de estabelecer limites saudáveis desde o início.

Se a cama compartilhada é desaconselhada no quarto dos pais, não seria uma boa ideia no quarto da criança.

Compreendendo as Motivações:

A vontade de dormir na cama da criança muitas vezes surge do desejo de criar momentos íntimos e de conexão. Ou ocorre simplesmente pela exaustão dos pais por não saber desenvolver em seus filhos a habilidade de adormecer sozinho.

Entendemos a necessidade de oferecer conforto e segurança, mas é vital equilibrar essas necessidades com o desenvolvimento saudável do sono.

Desafios de Longo Prazo:

Embora a prática inicial possa parecer inofensiva, é fundamental considerar os desafios de longo prazo. A dependência contínua dos pais para iniciar o sono pode dificultar a autonomia da criança na hora de dormir.

Estabelecendo Limites Saudáveis:

Introduzindo Rotinas de Sono Consistentes:

É essencial introduzir rotinas de sono consistentes desde cedo. Estabelecer horários regulares de dormir, rituais noturnos e um ambiente propício ao sono são componentes-chave para desenvolver hábitos de sono saudáveis.

A Importância da Independência na Hora de Dormir:

Ao incentivar a independência na hora de dormir, os pais capacitam a criança a adormecer sozinha, promovendo a autorregulação do sono e construindo uma base sólida para noites tranquilas.

Enfrentando Desafios com Empatia:

Transições Graduais e Compreensão:

Se os pais decidirem fazer a transição para que a criança durma sozinha, é importante enfrentar desafios com empatia. Introduza transições graduais, como permanecer por um curto período antes de se retirar, para garantir uma adaptação mais suave.

Comunicação Aberta com a Criança:

Mantenha uma comunicação aberta com a criança sobre as mudanças na rotina de sono. Explicar gentilmente as razões por trás das alterações pode ajudar a construir compreensão e cooperação.

Fomentando a Segurança e o Conforto:

Objetos de Conforto e Ambiente Propício:

Promova a segurança e o conforto no quarto da criança, introduzindo objetos de conforto, luzes noturnas suaves e um ambiente acolhedor. Esses elementos podem auxiliar na transição para a independência.

Participação Ativa na Escolha do Dormitório:

Inclua a criança na escolha de elementos do quarto, permitindo que ela personalize o ambiente de acordo com suas preferências. Isso cria um senso de pertencimento e conforto.

Encontrando Equilíbrio para o Sono Saudável: nada de cama compartilhada!

Embora a cama compartilhada com a criança seja uma expressão poderosa de amor, é crucial equilibrar essa prática com o estabelecimento de limites saudáveis.

Ao promover a independência na hora de dormir e enfrentar desafios com empatia, os pais podem criar um ambiente propício ao sono saudável e ao mesmo tempo fortalecer os laços familiares.

Encontrar o equilíbrio certo entre carinho e autonomia é a chave para construir uma fundação sólida para um sono positivo e duradouro.

Se você têm dúvidas sobre o sono do seu bebê ou está tendo dificuldades com o sono do seu filho, consulte um neuropediatra.

Dra. Eugênia Fialho é Neurologista Infantil pela Universidade Federal de São Paulo, com especialização em Epilepsia e Medicina do Sono pela USP. Possui títulos de especialista de Pediatria e Neurofisiologia Clínica.
Dra. Eugênia Fialho é Neurologista Infantil pela Universidade Federal de São Paulo, com especialização em Epilepsia e Medicina do Sono pela USP. Possui títulos de especialista de Pediatria e Neurofisiologia Clínica.
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